São aspectos da Cardiopatia Chagásica Crônica (CCDC):
as observações necroscópicas sugerem fortemente a participação da isquemia microvascular na gênese dos focos inflamatórios e da miocitólise, que levam a fibrose reparadora e que são as características histopatológicas fundamentais da CCDC.
a fibrose miocárdica regional, que leva à progressão da disfunção sistólica do VE na CCDC é secundária a lesão macrovascular do miocárdio.
a denervação autonômica cardíaca é característica secundária da CCDC e foi descrita pela primeira vez em estudos de autópsia em humanos mostrando intenso despovoamento neuronal intramural, superior ao observado em qualquer outra doença cardiovascular.
já o dano cardíaco na CCDC pode resultar das alterações fundamentais de inflamação ou necrose ou fibrose, que o T. cruzi provoca, indiretamente, no tecido especializado de condução, no miocárdio contrátil e no sistema autonômico intramural.
na fase crônica, apenas uma pequena parte dos indivíduos não apresentam sintomas e os exames complementares de rotina, relacionados ao coração geralmente demonstram alterações.
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