Durante o conturbado Período Regencial, a eclosão de movimentos como a Cabanagem, Balaiada e Revolução Farroupilha revelou não apenas a fragmentação sociopolítica do Império nascente, mas também os limites operacionais das reformas centralizadoras propostas pelo governo regencial. Considerando as interpretações de autores como Ilmar Rohloff de Mattos, José Murilo de Carvalho e Emília Viotti da Costa, qual proposição exprime, de forma mais acurada, um elemento transversal que qualifica essas revoltas no contexto da construção da soberania imperial?