Uma criança de 5 anos, diagnosticada com paralisia cerebral do tipo espástica,
encontra-se em acompanhamento por equipe multiprofissional em centro de reabilitação. Durante a
avaliação fonoaudiológica, observam-se dificuldades na
coordenação dos movimentos orais, escape anterior de saliva, alterações no padrão respiratório e fala imprecisa, com articulação prejudicada. A mãe também
relata episódios frequentes de engasgos durante a
alimentação. Considerando as características neuromotoras da paralisia cerebral, é esperado que essas
crianças apresentem alterações principalmente em: