Homem de 62 anos, previamente hipertenso, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) por pneumonia adquirida na comunidade. Na sala de emergência,
havia recebido ceftriaxona e azitromicina, além de
expansão volêmica com ringer lactato em um volume
total de 30 mL/kg. Devido à manutenção da instabilidade hemodinâmica, foi iniciada norepinefrina, com
a qual se obteve uma pressão arterial média de
67 mmHg. Na admissão à UTI, apresenta débito urinário de apenas 10 mL/h, extremidades frias, tempo
de enchimento capilar de 6 segundos e lactato sérico
de 5,8 mmol/L (VR: 0,5-2,0). Para avaliar melhor o
estado hemodinâmico, a equipe realizou ultrassonografia à beira do leito, que revelou ventrículo esquerdo
dilatado, com padrão hipodinâmico e com presença de
líquido posterior à aorta descendente no eixo paraesternal longo. A veia cava inferior apresentava diâmetro
de 2,2 cm, sem colapsibilidade significativa.
Diante desse cenário, qual conduta deve ser priorizada para otimizar a perfusão do paciente?
Diante desse cenário, qual conduta deve ser priorizada para otimizar a perfusão do paciente?
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