Maria, 51 anos, sexo feminino, professora universitária, portadora
de hipercolesterolemia familiar heterozigótica diagnosticada há 2
anos (LDL-c: 280 mg/dL; HDL-c: 38 mg/dL; triglicerídeos: 165
mg/dL), sedentária, com sobrepeso (IMC: 28 kg/m²) e histórico
familiar positivo para doença cardiovascular prematura.
Maria procurou atendimento nutricional depois de resistência ao uso de estatinas, devido a episódios recorrentes de mialgia. Refere alimentação rica em alimentos ultraprocessados, baixo consumo de fibras (8g/dia), consumo insuficiente de ômega-3, e alta ingestão de ácidos graxos saturados (15% do valor calórico total).
Os exames laboratoriais recentes mostraram LDL-c: 275 mg/dL; colesterol total: 350 mg/dL; apo B: 180 mg/dL. A paciente questionou as alternativas nutricionais para controle da dislipidemia.
Assinale a opção que indica a estratégia nutricional mais eficaz para redução do LDL-colesterol e os mecanismos fisiológicos que justificam essa abordagem.
Maria procurou atendimento nutricional depois de resistência ao uso de estatinas, devido a episódios recorrentes de mialgia. Refere alimentação rica em alimentos ultraprocessados, baixo consumo de fibras (8g/dia), consumo insuficiente de ômega-3, e alta ingestão de ácidos graxos saturados (15% do valor calórico total).
Os exames laboratoriais recentes mostraram LDL-c: 275 mg/dL; colesterol total: 350 mg/dL; apo B: 180 mg/dL. A paciente questionou as alternativas nutricionais para controle da dislipidemia.
Assinale a opção que indica a estratégia nutricional mais eficaz para redução do LDL-colesterol e os mecanismos fisiológicos que justificam essa abordagem.