A primeira montagem do grupo é Paraíso Perdido, livremente inspirado no poema barroco de John Milton, 1992.
A dramaturgia é desenvolvida junto aos intérpretes por
Sérgio de Carvalho e, após um ano de preparo, a encenação estreia na Igreja de Santa Ifigênia, no centro de
São Paulo. A montagem seguinte desloca o grupo para
um outro ambiente: o Hospital Humberto Primo, onde o
episódio bíblico d’O Livro de Jó se converte num pretexto
para a exploração das mazelas enfrentadas pela humanidade naquele final de século. Por fim, Apocalipse 1, 11,
inspirado no Apocalipse, de São João. Esta nova incursão sobre a miséria humana toca pontos abjetos, feridas
abertas no tecido social, cenas de horror e miséria em
sentido literal. A personagem de João, identificado como
um migrante nordestino, percorre ambientes sórdidos até
defrontar-se com Jesus Cristo.
(Enciclopédia Itaú Cultural)
Essa prática, denominada site-specific, exemplificada na Trilogia Bíblica, é desenvolvida
(Enciclopédia Itaú Cultural)
Essa prática, denominada site-specific, exemplificada na Trilogia Bíblica, é desenvolvida