Durante atendimentos no ambulatório de
saúde mental, o psicólogo recebe um paciente, 27
anos, que relata evitar situações nas quais possa
ser observada ou julgada por outras pessoas. Ela
afirma que, nas poucas vezes em que precisa falar
em reuniões no trabalho, apresenta sintomas
intensos como taquicardia, tremores, rubor facial e
sensação de “travamento”. A paciente diz ter
consciência de que seu medo é exagerado, mas
não consegue controlá-lo. Para evitar tais
situações, recusa convites para eventos sociais,
evita almoçar com colegas e sempre pede para
que outra pessoa apresente relatórios em seu
lugar. Esses sintomas persistem há mais de seis
meses e têm prejudicado significativamente sua
vida profissional.
Com base no DSM-5, o quadro apresentado pela paciente é mais compatível com:
Com base no DSM-5, o quadro apresentado pela paciente é mais compatível com: