Paciente do sexo feminino, 34 anos, parda, chega ao
consultório queixando-se de visão dupla (diplopia), há
5 dias, desde que caiu da escada de casa e bateu com
a cabeça no corrimão. Nega uso de medicações de uso
contínuo.
O exame oftalmológico mostrou:
• Refração subjetiva:
OD +0.25 D.E. = 20/20
OE Plano = 20/20 (mas com diplopia quando abria os dois olhos)
• Biomicroscopia: sem alterações AO.
• Tonometria de aplanação: 12 mmHg AO (09:00h)
• Fundoscopia: sem alterações AO.
• Motilidade extrínseca:
OD normal.
OE dificuldade para olhar para baixo e para dentro.
A diplopia melhorava quando a paciente virava a cabeça para o lado direito.
De acordo com as informações apresentadas, é correto afirmar que a principal hipótese diagnóstica é
O exame oftalmológico mostrou:
• Refração subjetiva:
OD +0.25 D.E. = 20/20
OE Plano = 20/20 (mas com diplopia quando abria os dois olhos)
• Biomicroscopia: sem alterações AO.
• Tonometria de aplanação: 12 mmHg AO (09:00h)
• Fundoscopia: sem alterações AO.
• Motilidade extrínseca:
OD normal.
OE dificuldade para olhar para baixo e para dentro.
A diplopia melhorava quando a paciente virava a cabeça para o lado direito.
De acordo com as informações apresentadas, é correto afirmar que a principal hipótese diagnóstica é