No domínio da tradução e interpretação intermodal entre Libras e português, a noção clássica de neutralidade do intérprete tem sido tensionada por abordagens sociolinguísticas e discursivas que compreendem o intérprete como sujeito atravessado por variáveis ideológicas, institucionais e culturais. À luz das reflexões de Angelelli, Bauman e Lívia Motta, qual alternativa expressa de maneira crítica e epistemologicamente densa os limites da ideia de neutralidade em contextos de surdez?