“Entramos, assim, num dos escopos principais da educação linguística, que consiste em obviar um dos erros graves do ensino tradicional, vale dizer, não cometer o engano de transformar o monolinguismo coloquial do aluno que chega à escola no monolinguismo culto do aluno que dela se despede. Não cabe à instituição de ensino a simples substituição da norma coloquial usada na língua funcional do aluno pela norma culta usada na língua funcional da escola. Como já se disse, caberá ao professor e à escola como um todo transformar o aluno num poliglota dentro da sua própria língua histórica - a portuguesa, em nosso caso.”
Em relação a esse trecho, é INCORRETO concluir/inferir que