Considerando a passagem “Eu te amo porque te amo./ Não precisas ser amante,/ e nem sempre sabes sê-lo./ Eu te amo porque te amo./ Amor é estado de graça/ e com amor não se paga (...)” do poema As sem-razões do amor, de Carlos Drummond de Andrade, pode-se afirmar que o termo em destaque recupera, por coesão, a expressão: