TEXTO 3: "O menino do rio Doce"
(Ziraldo, 1996)
Rio que nasce doce na gorda barriga da montanha na praia (do lado de cá). O menino tinha certeza de que havia nascido no dia em que viu o rio. Na sua memória, não havia nada antes daquele dia. O menino amou o rio, pois acreditou que o rio também havia nascido no dia em que ele o viu.
A conjunção "pois" mantém com a frase que a antecede a seguinte relação de sentido: