A emergência da história e memória como campos interdisciplinares tem produzido debates intensos sobre os usos do passado, a construção de identidades coletivas e as disputas por reconhecimento. Autores como Paul Ricoeur, Pierre Nora e Michel Pollak destacam os diferentes regimes de historicidade em jogo nas narrativas públicas. Qual alternativa expressa uma compreensão crítica e metodologicamente sólida sobre a relação entre história e memória?