Considerando a afirmação da autora Koch (2009, p.14) de que o texto “[...] visto como um produto lógico da representação mental do autor, nada mais cabendo ao leitor/ouvinte senão “captar” essa representação mental, juntamente com as intenções (psicológicas) do produtor, exercendo, pois, um papel essencialmente passivo”, observa-se que o discurso concretizado no texto independe do interlocutor, da finalidade textual e das condições de produção. Essa afirmação se refere à: