Em meados de 1970, as pesquisas realizadas por Emilia Ferreiro e Ana Teberosky passam a entender a alfabetização não como um simples método a ser seguido pelos professores para que os estudantes decorem e se apropriem do alfabeto, mas como um processo complexo e multifacetado, que ocorre quando esses estudantes se apropriam do sistema de escrita alfabética.
Essas pesquisas realizadas por Emilia Ferreiro e Ana Teberosky são conhecidas como: