Segundo Arraes (2009) sobre cultura midiática e Serviço Social “discorrer, hoje sobre o fazer profissional dos cientistas e trabalhadores sociais, em especial do assistente social, implica situá-lo no contexto das transformações tecnológicas da informação e, ao mesmo tempo, analisar os paradigmas impostos midiaticamente que permeiam o pensar e agir desses profissionais na contemporaneidade. A partir das exigências acopladas a este cenário sociocultural, acredita-se que os assistentes sociais poderão potencializar suas competências e atribuições e vir progressivamente a fazer uso da denominação de agentes socializadores de informações.” Sobre este assunto NÃO podemos afirmar: