"O escravo das plantações e das minas não era um simples manancial de energia, um carvão humano à espera que a época industrial o substituísse pelo combustível. Com frequência as suas relações com os donos oscilavam da situação de dependente para a de protegido, e até de solidário e afim. Sua influência penetrava sinuosamente o recesso doméstico, agindo como dissolvente de qualquer ideia de separação de castas ou raças, de qual quer disciplina fundada em tal separação."
Ao compreendermos a formação das raízes do Brasil segundo Sergio Buarque de Holanda no trecho apresentado, nota-se que: