“Nesses espaços (...), alvo de frequentes transformações, uma ordem espacial é permanentemente recriada, onde os objetos se adaptam aos reclamos externos e, ao mesmo tempo, encontram, a cada momento, uma lógica interna própria, um sentido que é seu próprio, localmente construído.”
(SANTOS, M.A Natureza do Espaço. São Paulo: EDUSP, 2009, p.334)
Ao recorte territorial, descrito no texto acima, SANTOS denomina de