O Brasil possui a maior quantidade de nióbio do mundo, com 98% de todas as reservas conhecidas. Esse metal possui cada vez mais importância mundial por ser o material supercondutor mais comum. Sua alta temperatura crítica de 9,3 K (abaixo da qual o nióbio torna-se supercondutor), em comparação com outros materiais, torna-o essencial em setores tecnológicos que utilizam campos magnéticos fortes, como os aparelhos de ressonância magnética usados na medicina para diagnósticos de imagem.
Considerando que o ponto de congelamento da água é de 273,0 K e que o ponto de ebulição da água é de 373,0 K, a temperatura crítica do nióbio, em graus Celsius, é igual a