O contexto histórico que marca os primórdios da alfabetização no Brasil pode ser analisado a partir de dois modelos, conforme descrito por Leal (2015). O primeiro é visto como um imperativo da fé, em que a alfabetização compreende um instrumento de conquista da salvação eterna para crianças e adultos; o segundo tem uma dimensão que retrata o modelo urbano de socialização. Apesar de serem diferentes em sua essência, esses dois modelos têm algo em comum, pois ambos são .