Pediu-se a uma criança, que aprendera a reproduzir a
forma escrita do nome de sua mãe (Dalva), que escrevesse
a palavra “mamãe”, cuja forma ela não conhecia. Ela escreveu, com convicção, “Dalva”. E, questionada em relação à
inadequação da sua escrita, ficou perplexa com a incapacidade adulta de compreender uma coisa tão evidente, isto é,
que “Dalva” e “mamãe” são a mesma pessoa e, portanto, a
mesma escrita.
Ainda de acordo com Weisz (2001), o caso descrito ilustra que, para poder se apropriar do sistema de representação da escrita, é essencial que a criança construa respostas para a seguinte pergunta: