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Respondida
408525
Ano:
2015
Disciplina:
Pedagogia
Banca:
FAU-UNICENTRO
Orgão:
Pref. Godoy Moreira-PR
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Professor
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Renovada progressivista ou Escola Nova
Porque o Manifesto dos Pioneiros foi um marco para a educação brasileira?
A
Datado de 1925, oi escrito durante o governo de Jango Goulart e consolidava a visão de um segmento da elite intelectual, que vislumbrava a possibilidade de interferir na sociedade brasileira. Redigido por Fernando de Azevedo, dentre 26 intelectuais, entre os quais Roldão Lopes de Barros, Anísio Teixeira, Afrânio Peixoto, Lourenço Filho, Antônio F. Almeida Junior, Roquette Pinto, Delgado de Carvalho, Hermes Lima e Cecília Meireles. Ao ser lançado, no meio do processo de reordenação política resultante da Revolução Farroupilha, o documento tornou-se marco inaugural do projeto de renovação educacional do país. Além de constatar a organização do aparelho escolar, propunha que o Estado organizasse um plano geral de educação e defendia a bandeira de uma escola única, pública, laica, obrigatória e gratuita. O movimento reformador foi alvo da crítica forte e continuada da Igreja Católica que era quem escolhia os conteúdos, métodos e professores daquela época.
B
Ocorrido em 1947, foi escrito durante o governo de Jânio Quadros consolidava a visão de um segmento da elite intelectual, que vislumbrava a possibilidade de interferir na organização da sociedade brasileira. Redigido por Fernando de Azevedo, dentre 26 intelectuais, entre os quais Roldão Lopes de Barros, Anísio Teixeira, Afrânio Peixoto, Lourenço Filho, Antônio F. Almeida Junior, oquette Pinto, Delgado de Carvalho, Hermes Lima e Cecília Meireles. O documento tornou-se o marco inaugural do projeto de renovação educacional do país e da Segunda Guerra Mundial. Além de constatar a organização do aparelho escolar, propunha que o Estado organizasse um plano geral de educação e defendia a bandeira de uma escola única, pública, laica, obrigatória e gratuita. O movimento reformador foi alvo da crítica forte e continuada da Igreja Católica, que naquela conjuntura era forte concorrente do Estado na expectativa de educar a população.
C
Datado de 1953, foi escrito durante o governo de JK e consolidava a visão de um segmento da elite intelectual, que vislumbrava a possibilidade de interferir na organização da sociedade brasileira. Redigido por Fernando de Azevedo, dentre 26 intelectuais, entre os quais Roldão Lopes de Barros, Anísio Teixeira, Afrânio Peixoto, Lourenço Filho, Antônio F. Almeida Junior, Roquette Pinto, Delgado de Carvalho, Hermes Lima e Cecília Meireles. Ao ser lançado, no meio do processo de reordenação política resultante da Revolução de 30, o documento tornou-se o marco inaugural do projeto de renovação educacional do país. Além de constatar a organização do aparelho escolar, propunha que o Estado organizasse um plano geral de educação e defendia a bandeira de uma escola única, pública, laica, obrigatória e gratuita.
D
Datado de 1932, foi escrito durante o governo de Vargas e consolidava a visão de um segmento da elite intelectual, que vislumbrava a possibilidade de interferir na organização da sociedade brasileira do ponto de vista da educação. Redigido por Fernando de Azevedo, dentre 26 intelectuais, entre os quais Roldão Lopes de Barros, Anísio Teixeira, Afrânio Peixoto, Lourenço Filho, Antônio F. Almeida Junior, Roquette Pinto, Delgado de Carvalho, Hermes Lima e Cecília Meireles. Ao ser lançado, no meio do processo de reordenação política resultante da Revolução de 30, o documento tornou-se o marco inaugural do projeto de renovação educacional do país. Além de constatar a desorganização do aparelho escolar, propunha que o Estado organizasse um plano geral de educação e defendia a bandeira de uma escola única, pública, laica, obrigatória e gratuita. O movimento reformador foi alvo da crítica forte e continuada da Igreja Católica, que naquela conjuntura era forte concorrente do Estado na expectativa de educar a população, e tinha sob seu controle a propriedade e a orientação de parcela expressiva das escolas da rede privada.
E
Datado de 1945, foi escrito durante o governo Vargas e consolidava a visão de um segmento da elite intelectual, que vislumbrava a possibilidade de interferir na organização da sociedade brasileira. Redigido por Fernando de Azevedo, dentre 26 intelectuais, entre os quais Roldão Lopes de Barros, Anísio Teixeira, Afrânio Peixoto, Lourenço Filho, Antônio F. Almeida Junior, Roquette Pinto, Delgado de Carvalho, Hermes Lima e Cecília Meireles. Ao ser lançado, no meio do processo de reordenação política resultante da Revolução de 50, o documento tornou-se o marco inaugural do projeto de renovação educacional do país. Além de constatar a organização do aparelho escolar, propunha que o Estado organizasse um plano geral de educação e defendia a bandeira de uma escola única, pública, laica, obrigatória e gratuita. O movimento reformador foi alvo da crítica forte e continuada da Igreja Católica, que naquela conjuntura era forte concorrente do Estado na expectativa de educar a população.
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