“Portanto, se o normal não tem rigidez de um determinativo para todos os indivíduos da mesma espécie e sim flexibilidade de uma norma que se transforma em sua relação com condições individuais, é claro que o limite entre normal e patológico torna-se impreciso.” (In: Canguilhem, Georges. O normal e o patológico. 7 ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1978, p. 145).
Com base no trecho acima é possível afirmar: