Na percepção de Antonio Candido, o direito à literatura estaria ao lado de direitos mais facilmente identificados como básicos, como alimentação, moradia, vestuário e saúde, e também a direitos mais amplos, como a liberdade individual, o amparo da justiça pública e a resistência à opressão. A literatura teria o papel social de formar os sujeitos, exercendo um papel humanizador. Nas palavras dele, "a literatura desenvolve em nós a quota de humanidade na medida em que nos torna mais compreensivos e abertos à natureza, à sociedade e ao semelhante.”
De acordo com o sociólogo e crítico literário Antonio Candido, a literatura desenvolve nas pessoas uma parcela de humanidade