Paciente de 30 anos de idade apresenta paraparesia espástica secundária a trauma raquimedular. Ao exame, tem força muscular grau 4/5, hipertonia grau IV na escala de Ashworth e espasmos musculares em flexão, intensos e dolorosos, que dificultam o sono e a reabilitação. Considerando que o tratamento medicamentoso oral foi pouco eficaz, o melhor tratamento cirúrgico para esse caso é:
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