Bagno, Stubbs e Gagné (2002) analisam a variação linguística e a prática pedagógica a partir do prisma da pluralidade de realizações empíricas da língua. Assim, é possível observar a evolução das normas, de acordo com os mecanismos de autorregulação dos indivíduos e dos grupos, bem como a dinâmica histórica que caracteriza a interação entre si e com a realidade. A partir dessa concepção, como a língua é vista?