Durante os lazeres burocráticos, estudou, mas estudou a Pátria, nas suas riquezas naturais, na sua história, na sua geografia, na sua literatura e na sua política. Quaresma sabia as espécies de minerais, vegetais e animais que o Brasil continha; sabia o valor do ouro, dos diamantes exportados por Minas, as guerras holandesas, as batalhas do Paraguai, as nascentes e o curso de todos os rios. Defendia com azedume e paixão a proeminência do Amazonas sobre todos os demais rios do mundo. Para isso ia até ao crime de amputar alguns
quilômetros ao
Tendo como ponto de partida o texto de Antonio Candido — “Pátria do pensador (...)” —, julgue os itens subseqüentes, acerca das Oitavas, de Alvarenga Peixoto, dedicadas ao nascimento, no Brasil, de D. José, filho do governador português da Capitania de Minas Gerais.
Na organização das idéias do texto, o pronome “o” (l.11) refere-se a “Nilo” (l.10), o rival do rio Amazonas, segundo Policarpo Quaresma.