Com relação a conduta nutricional no tratamento da doença celíaca (DC), é incorreto afirmar:
A eliminação dos peptídeos de glúten da dieta é o único tratamento para a DC no presente.
A intolerância à lactose algumas vezes ocorre secundariamente à DC. Dessa forma, uma dieta com baixo teor de lactose pode ser útil, pelo menos inicialmente, para controlar os sintomas. Uma vez que o sistema gastrointestinal retorne à função normal, a atividade da lactase também pode retornar, e a pessoa pode voltar a adicionar lactose e derivados do leite à dieta.
O indivíduo celíaco deve ser orientado quanto a leitura dos rótulos de alimentos industrializados, aditivos alimentares seguros, fontes de transcontaminação (torradeiras, recipientes de condimentos e bufês) e fontes ocultas de glúten (como os medicamentos e as hóstias) para conseguir cumprir adequadamente a adesão à dieta sem glúten.
Farinhas feitas de milho, batata, arroz, soja, tapioca, araruta, sorgo, grão-de-bico, oleaginosas, amaranto, quinoa, painço, teff, trigo sarraceno e centeio podem ser utilizadas como substitutas no preparo de receitas sem glúten.
A aveia era tida como questionável para pessoas com DC. Entretanto, estudos extensivos têm mostrado que ela é segura na dieta sem glúten, desde que pura (não contaminada). Em geral, os pacientes não precisam ser desaconselhados a restringir consumo de aveia na dieta, a menos que tenham demonstrado intolerância à aveia pura (não contaminada).
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