S.R.D, 38 anos, é trazida ao pronto-socorro. Os familiares referem história de febre associada a cefaleia, vômitos e tosse há 10 dias. Hoje encontraram a paciente letárgica e com confusão mental. Relatam que tem diagnóstico de infecção pelo HIV há 3 anos, porém não faz uso de terapia antirretroviral. Trazem um exame de contagem de linfócitos CD4 realizado há 1 mês: 50 células/mm3. Ao exame físico, paciente em mau estado geral, letárgica, sem sinais meníngeos. Apresenta lesões umbilicadas semelhantes a molusco contagioso em todo o corpo. Realizada tomografia de crânio (sem alterações) e punção lombar com alta pressão de abertura: 25 células (predomínio de células mononucleares), proteína discretamente aumentada e glicorraquia diminuída.
Entre as alternativas, assinale aquela que indica o melhor tratamento para essa paciente.