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O Programa de Intervenção em Autorregulação
e Funções Executivas (Piafex) (Dias, & Seabra, 2013) é
um conjunto de atividades com o objetivo de estimular
o engajamento e o desenvolvimento das funções executivas (FE) em crianças pré-escolares, no início do Ensino
Fundamental. Por meio das intervenções contidas nele
procura-se fomentar determinadas habilidades cognitivas e metacognitivas.
I. O desenvolvimento das habilidades das FE embora possa promover melhor adaptação e rendimento escolar, além de prevenir uma série de problemas sociais e de saúde mental não é suficiente para minimizar os custos sociais relacionados a comportamentos desadaptativos e antissociais, incluindo adicção a substâncias químicas, e no diagnóstico de distúrbios que frequentemente incluem alterações do funcionamento executivo, como no TDAH e no Transtorno de Conduta.
II. Um maior desenvolvimento das habilidades das FE poderia promover melhor adaptação e rendimento escolar, além de prevenir uma série de problemas sociais e de saúde mental.
III. Um maior desenvolvimento das habilidades das Funções executivas poderia minimizar os custos sociais relacionados a comportamentos desadaptativos e antissociais, incluindo adicção a substâncias químicas, e no diagnóstico de distúrbios que frequentemente incluem alterações do funcionamento executivo, como no TDAH e no Transtorno de Conduta.
IV. Uma postura de controle inicial, e depois, de retirada do suporte natural à criança está diretamente relacionada ao desenvolvimento das habilidades executivas, pois oferece a criança a oportunidade de experienciar e praticar tais habilidades. Por isso, a medida que as crianças crescem torna-se inadequado continuar oferecendo suporte e supervisão, o que possibilita o desenvolvimento da independência e autorregulação.
É certo afirmar em relação ao desenvolvimento da Funções Executivas (Dias, & Seabra, 2013):
I. O desenvolvimento das habilidades das FE embora possa promover melhor adaptação e rendimento escolar, além de prevenir uma série de problemas sociais e de saúde mental não é suficiente para minimizar os custos sociais relacionados a comportamentos desadaptativos e antissociais, incluindo adicção a substâncias químicas, e no diagnóstico de distúrbios que frequentemente incluem alterações do funcionamento executivo, como no TDAH e no Transtorno de Conduta.
II. Um maior desenvolvimento das habilidades das FE poderia promover melhor adaptação e rendimento escolar, além de prevenir uma série de problemas sociais e de saúde mental.
III. Um maior desenvolvimento das habilidades das Funções executivas poderia minimizar os custos sociais relacionados a comportamentos desadaptativos e antissociais, incluindo adicção a substâncias químicas, e no diagnóstico de distúrbios que frequentemente incluem alterações do funcionamento executivo, como no TDAH e no Transtorno de Conduta.
IV. Uma postura de controle inicial, e depois, de retirada do suporte natural à criança está diretamente relacionada ao desenvolvimento das habilidades executivas, pois oferece a criança a oportunidade de experienciar e praticar tais habilidades. Por isso, a medida que as crianças crescem torna-se inadequado continuar oferecendo suporte e supervisão, o que possibilita o desenvolvimento da independência e autorregulação.
É certo afirmar em relação ao desenvolvimento da Funções Executivas (Dias, & Seabra, 2013):