Mia Couto, autor moçambicano, afirma em “Quinto sapato: a vergonha de ser pobre e o culto das aparências” e em “Sétimo sapato: a ideia de que para sermos modernos temos que imitar os outros” - do ensaio/conferência “Os sete sapatos sujos”, inserido no livro “E se Obama fosse africano: e outras interinvenções”, publicado pela editora Companhia das Letras em 2011, que “É urgente que as nossas escolas exaltem a humildade e a simplicidade como valores positivos. A arrogância e o exibicionismo não são, como se pretende, emanações de alguma essência da cultura africana do poder. São emanações de quem toma a embalagem pelo conteúdo”.
A frase de Mia Couto em que o fragmento em destaque exerce função sintática idêntica à do excerto grifado e negritado é: