O relacionamento terapêutico, a terapia comunitária e os grupos terapêuticos são intervenções psicossociais citadas por Gryschek & Pinto (2015) como estratégias para potencializar os cuidados em SM na rotina de Estratégia de Saúde da Família. Para utilização de tais intervenções, faz-se necessária formação e capacitação dos profissionais da Atenção Básica, para alcance das seguintes habilidades: