Sobre a raiva, pode-se dizer que:
Já houve relato de caso de raiva transmitida via digestiva, em que o vírus foi detectado no leite cru de vacas infectadas.
Na raiva urbana, o principal vetor é o cão, que infecta outro cão, que, por sua vez, infecta os humanos e outros animais domésticos. No entanto, a taxa de densidade demográfia canina não favorece a epizootia de raiva urbana.
Há comprovação de presença do vírus na saliva de morcegos 10 dias, ou mais, antes de sua morte e em carnívoros, em até 17 dias. É provável a recuperação da enfermidade por morcegos, como demonstram vários casos.
O fato de o período de incubação, em alguns cães, ser prolongado não afeta o controle da raiva urbana pelos órgãos de controle governamentais; o mesmo ocorre nos casos de raposas com raiva silvestre.
Há confirmação de transmissão do vírus via aerógena, em humanos e animais, e via digestiva, em humanos.
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