A avaliação de políticas sociais no Brasil, a partir da década
de 1980, sofreu forte influência da ótica gerencialista, que
prioriza a aferição da eficiência e da eficácia governamental.
Em contraposição a essa tendência tecnicista e pautada no
racionalismo, a perspectiva histórico-dialética propõe uma
análise fundamentada na totalidade concreta. Nessa
direção, a avaliação de uma política social deve