Com relação à distinção entre inibição e sintoma, Freud (1926[1925]) afirma que a inibição:
indica a presença de uma mudança patológica, assim como um sintoma indica uma redução de funções do eu
indica a redução de uma patologia, enquanto o sintoma sempre se refere a mudanças nas funções e na patologia
indica a redução de uma função, enquanto o sintoma indica que uma função passou por uma mudança patológica
está sempre associada a mudanças de funções e de patologias, enquanto o sintoma nem sempre é uma mudança patológica
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