Delors (1997) propõe ser preciso superar tensões que
marcam o século XXI, para que as políticas educativas
contribuam efetivamente com a construção de um mundo
melhor e mais democrático. Uma dessas tensões é descrita da seguinte forma:
“[...] a mundialização da cultura vai-se realizando progressiva, mas ainda parcialmente. É, de fato, [uma tensão] inevitável, com as suas promessas e os seus riscos, dos quais o menor não é o esquecimento do caráter único de cada pessoa, de sua vocação para escolher o seu destino e realizar todas as suas potencialidades, mantendo a riqueza das suas tradições e da sua própria cultura ameaçada, se não tivermos cuidado, pelas evoluções em curso”.
Trata-se da tensão entre
“[...] a mundialização da cultura vai-se realizando progressiva, mas ainda parcialmente. É, de fato, [uma tensão] inevitável, com as suas promessas e os seus riscos, dos quais o menor não é o esquecimento do caráter único de cada pessoa, de sua vocação para escolher o seu destino e realizar todas as suas potencialidades, mantendo a riqueza das suas tradições e da sua própria cultura ameaçada, se não tivermos cuidado, pelas evoluções em curso”.
Trata-se da tensão entre