Sobre o manejo perioperatório para correção de shunt portosistêmicos em cães, é correto afirmar:
Quando não é possível utilizar o constritor ameroide e o vaso deve ser ligado, a pressão nas veias jejunais obtida após a oclusão do shunt não deve se elevar mais do que 10 cmH2O acima do valor registrado antes da oclusão.
A portografia jejunal retrograda pode ser realizada por via percutânea, guiada por ultrassom, sendo esse o exame com melhor acurácia diagnóstica.
A ocorrência de convulsões nas primeiras 12 horas do período pós-operatório é comum em cães e rara em gatos e deve ser tratada preferencialmente com diazepam.
Os shunts intra-hepáticos podem ser classificados como: diafragmático, localizado no lobo lateral esquerdo; central, localizado no lobo esquerdo medial; e direito, localizado no lobo lateral direito ou no lobo caudato.
Para animais sintomáticos com o tratamento clínico, a mortalidade é em torno de 10%, enquanto que naqueles submetidos à correção cirúrgica a mortalidade é de aproximadamente 48%.
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