A urbanização brasileira contemporânea, segundo autores como Ermínia Maricato, Carlos Vainer e Raquel Rolnik, inscreve-se em uma lógica de mercantilização do solo urbano, financeirização da moradia e captura das políticas públicas por interesses de mercado. Essa dinâmica redefine o papel do Estado e das periferias na produção do espaço urbano. À luz dessa perspectiva crítica, qual das alternativas expressa, com maior rigor teórico, um desdobramento estrutural do modelo de urbanização hegemônico no Brasil?