A chamada Educação 4.0 articula-se à reestruturação econômica e tecnológica da sociedade contemporânea, demandando novas competências como criatividade, colaboração, pensamento crítico e letramento digital. Contudo, autores como António Nóvoa e Philippe Meirieu alertam para o risco de uma educação funcionalista que instrumentalize o ensino às demandas do mercado, esvaziando seu compromisso com a formação humana integral. Com base nesse debate, assinale a alternativa que expressa uma tensão inerente às propostas de Educação 4.0.