Um paciente de 60 anos de idade, submetido a dilatação endoscópica de estenose cáustica de esôfago, apresenta, imediatamente após o procedimento, dor torácica aguda, taquicardia, dispneia e enfisema subcutâneo cervical. A tomografia torácica com contraste oral hidrossolúvel confirma perfuração cervical de 2 cm, pneumomediastino e pequeno derrame pleural bilateral, sem sinais de sepse.
Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa perfuração esofágica cervical em paciente estável e sem sepse franca?