Uma paciente de 47 anos apresenta dor
pélvica crônica há 11 meses, pior nos últimos 3 ciclos
menstruais. Traz ultrassonografias seriadas sem alterações
estruturais relevantes. Durante a anamnese ampliada,
relata história de abuso sexual na adolescência e evitação
de contato físico. No exame físico, mostra
hipersensibilidade difusa ao toque superficial e
incapacidade de relaxamento ao tentar o toque vaginal.
Considerando a integração entre história clínica e exame
físico, a avaliação mais adequada para direcionar o
diagnóstico é: