Em certo momento, Freud descreve o Eu como “um monarca constitucional sem cuja sanção nada pode transformar-se em lei, mas que reflete longamente antes de opor seu veto a uma proposta do parlamento. Assim, vemos esse mesmo Eu como uma pobre criatura que tem que servir a três senhores e, por conseguinte, sofre a ameaça de três perigos”.
Segundo Freud, assinale a alternativa que identifica, CORRETAMENTE, os “três senhores” que podem ameaçar e colocar o Eu em perigo.