A escuta clínica do idoso exige do psicólogo uma
abordagem que respeite os tempos subjetivos e a
complexidade da experiência de envelhecer, marcada
por perdas múltiplas, redefinição de papéis sociais e
reelaboração de projetos de vida. Essa escuta, no
entanto, deve abster-se de trabalhar com dimensões
inconscientes, dada a suposta rigidez psíquica da
terceira idade e sua menor plasticidade para
mudanças emocionais.