A pesquisadora Maria Teresa Esteban, que se dedica aos
estudos sobre avaliação, em um de seus textos, fez uma pergunta
provocativa: “Como avaliar crianças que todo o tempo fogem dos
padrões pré-estabelecidos e para as quais parece que nenhum
parâmetro é suficiente?” (2002, p. 133). A provocação aponta para
a fragilidade dos processos avaliativos que utilizam padrões pré-estabelecidos para classificar e hierarquizar saberes e sujeitos, pois: