Em um serviço-escola, uma
psicóloga realiza atendimentos fundamentados na escuta empática e na congruência, referindo-se às
"condições necessárias e suficientes para a mudança terapêutica" descritas por Carl Rogers (1957/1992). Durante a supervisão, surge a seguinte dúvida: o termo
não-diretivo significa ausência de intervenção por parte
do terapeuta? Uma interpretação equivocada da Abordagem Centrada na Pessoa seria afirmar que o terapeuta: