Recentemente, tem-se proposto monitorização biológica para detecção de exposição a uma substância neurotóxica, o uso de biomarcadores de neurotoxicidade, utilizando componentes do sangue periférico. Um exemplo de biomarcador é a pesquisa de receptores muscarínicos em linfócitos T, que são semelhantes aos receptores do tecido cerebral. Esses receptores se alteram quando há intoxicação crônica pela seguinte substância: