Magna Concursos
1300354 Ano: 2009
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

O clima no Brasil

O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu relevo e pela dinâmica das massas de ar sobre seu território. Este último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país. Em especial, as massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil, proporcionando as diferenciações climáticas, são, segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE, a equatorial, tanto continental como atlântica; a tropical, também continental e atlântica; e a polar atlântica.

Nessa direção, são verificados, no país, desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semiáridos, próprios do sertão nordestino. O clima de uma dada região é condicionado por
diversos fatores: temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica. Todos esses fatores, por sua vez, são condicionados por outros fatores, como altitude, latitude, relevo, vegetação e continentalidade. Ocorrem também grandes variações térmicas ao longo do território brasileiro. A região Norte e parte do interior da região Nordeste apresentam temperaturas médias anuais superiores a 25 ºC, e, na região Sul e parte da Sudeste, as temperaturas médias anuais ficam abaixo de 20 ºC.

Internet: <tempoagora.uol.com.br> (com adaptações).

Tendo como referência o texto apresentado, julgue os itens a seguir.

Considere as seguintes informações. Quando ocorre um relâmpago, eleva-se a temperatura da camada de ar local, que se expande rapidamente a velocidade superior à do som — igual a 343 m/s —, o que gera uma onda de choque, denominada trovão. Dessa forma, assumindo-se como infinita a velocidade da luz, se um observador determinar que foi de 3 segundos a diferença de tempo entre o momento em que ele viu um relâmpago e o instante em que ouviu o trovão associado ao relâmpago, é correto concluir que é maior que 2 km a distância entre esse observador e o local onde o relâmpago ocorreu.

 

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