Sobre a hospitalização infantil é INCORRETO afirmar que:
A criança necessita ser considerada em sua singularidade e ter, a seu dispor, recursos que sejam de seu domínio para expressar-se, vivenciar e elaborar a experiência do adoecimento e da hospitalização.
Para a criança, a mudança radical de seus hábitos causada pela hospitalização e a separação de seus familiares, configura-se muitas vezes como agressão ou castigo, desenvolvendo sentimento de culpa e abandono em relação aos pais e, embotamento afetivo.
A estada da mãe ou outro responsável junto ao seu filho durante a internação é um direito garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069, de 16 de julho de 1990.
O lúdico surge como um contraponto às experiências dolorosas e à dor da hospitalização, permitindo a criação de nova rede social e a possibilidade de sair do isolamento que a internação provoca.
Na enfermaria pediátrica as recomendações gerais para limpeza e desinfecção de brinquedos e objetos compartilhados entre as crianças são regulamentadas de acordo com cada instituição hospitalar.
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