A distribuição do suicídio tem apresentado mudanças pelo mundo, tais como as altas taxas no Uruguai e a redução comparativa dentro do continente Europeu das ocorrências na Suécia. Apesar da escassez de dados e do significativo impacto sobre a população, o Brasil não se situa entre os países com as maiores taxas mundiais. Além disso, estudos recentes têm demonstrado a ocorrência de casos não associados à presença de transtornos mentais, o que levou ao desenvolvimento do conceito de “suicidalidade”.
À luz de todo o conhecimento sobre o tema, é válido considerarmos os seguintes fatores de risco para a ocorrência de suicídio: