“Exigimos terras para alimentar o nosso povo e nelas instalar a população excedente (...) Somente os membros do povo podem ser cidadãos (...) Nenhum judeu, portanto, pode ser cidadão (...) Combateremos o sistema parlamentar corruptor (...) Exigimos participação nos lucros das grandes empresas (...) Exigimos a nacionalização de todos os trustes (...) Exigimos uma reforma agrária (...) Exigimos a constituição e a manutenção de uma classe média sadia, a estatização imediata das grandes lojas, e o seu aluguel a preços baixos a pequenos comerciantes.”
Fonte: Schmidt, Mario Furley. Nova História Crítica. 1 ed. São Paulo Nova Geração, 2005 p. 551 (adaptado).
É possível confirmar, de forma explícita, o preconceito racial no seguinte trecho: